Grupos transmitem HIV propositalmente Vida Sim

Grupos de homossexuais vêm fazendo do sexo um ato criminoso, transmitindo propositalmente o vírus do HIV para seus parceiros sexuais e usando usar blogs, sites e redes sociais para estimular para estimular essa prática. A polícia civil abrirá inquérito e investigará o caso do grupo conhecido como “Clube do Carimbo” – grupo de pessoas que ensinam métodos de como transmitir HIV sem consentimento através de bareback (sexo sem camisinha), técnicas de como furar e rasgar preservativos, entre outros.

A prática foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo no dia 22 de Faveiro deste ano. O secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes acionou o serviço de inteligência em internet da polícia para identificar e prender as quadrilhas que atuam online em blogs e sites com conteúdo que estimulam, incentivam e dão um “passo a passo” de como fazer a prática da transmissão do HIV propositalmente.

A premissa dos soropositivos que praticam esses atos é de que “se todos tiverem HIV, ninguém terá AIDS” – em conteúdos online, é possível encontrar não só quem estimule a transmissão proposital, mas também quem queira infectar e ser infectado. São os chamados gift givers (presenteadores do vírus) e os bug chasers (caçadores do vírus). Em dark rooms de casas noturnas, clubes de swing, saunas gays e outros locais são marcados encontros de “roleta russa” em que o contaminado e quem deseja ser contaminado praticam o sexo sem camisinha esperando que vírus seja contraído.

Infectar ou expor uma pessoa por atos sexuais ao perigo do contágio venéreo é crime, como declarado no Art. 130 -“Expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está contaminado” com pena – detenção, de três meses a um ano, ou multa.

No Brasil, são detectados em média 39 mil novos casos de novos portadores de HIV por ano, e cerca de 718 mil portadores de AIDS. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde revelam ainda que entre jovens de 15 a 24 anos o aumento foi de 32% e em todo o mundo, estima-se que mais de 36 milhões de pessoas estejam infectadas. Uma vez contraído o HIV, não existe cura e o portador deve viver a base de tratamentos médicos e coquetéis de remédios.


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