O sedentarismo aumenta a propensão à ansiedade Vida Sim

O sedentarismo está entre uma das maiores causas de morte do mundo, e além deste triste panorama, cientistas identificaram que pessoas com estilos de vida sedentários apresenta propensão a ansiedade.

A pesquisa, realizada pelo Centro de Atividade Física e Pesquisa Nutricional da Universidade Deakin, na Austrália contou com 9 estudos científicos, onde o resultado positivo foi identificado em 5 deles. Para os estudiosos, o conjunto de fatores como menor interação social, distúrbios do sono e efeitos negativos sobre a saúde proporcionada pelo tempo exagerado gasto com a tecnologia contribuem para a predisposição ao desenvolvimento da ansiedade. Além disso, os cientistas ainda encontraram conexão ente o sedentarismo e sintomas depressivos.

É preciso entender que determinadas situações do dia a dia desencadeiam de forma natural tanto o estresse quanto a ansiedade. Entretanto, é crescente o número de casos onde a qualidade de vida começa a ser afetada em razão desses sentimentos. Os sintomas que até então não costumam ser tão frequentes, passam a se tornar crônicos, gerando principalmente taquicardia, dores de cabeça e tensão muscular.

A evolução tecnológica contribuiu para a diminuição da prática de exercícios físicos e, consequentemente, para o avanço do sedentarismo, que está ligado de forma íntima ao aumento de chances no desenvolvimento de doenças cardíacas, diabetes tipo 2, obesidade, osteoporose, entre outras doenças que afetam o organismo.

Atualmente tem sido extremamente comum vermos crianças, adolescentes e adultos dedicarem muitas horas em frente ao computador ou à televisão. Este ato, de acordo com os cientistas, afeta não só o corpo, mas também a saúde mental, e ainda colabora para a aptidão ao desenvolvimento da ansiedade.


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