Muita atenção em relação ao uso de produtos íntimos Vida Sim

Muitas dúvidas surgem por parte das mulheres quando o assunto em pauta é a higiene íntima. A incerteza costuma recair em quais os produtos mais apropriados pra a utilização e como deve ser feita a limpeza de uma área naturalmente sensível.

As composições químicas de determinados produtos próprios para higiene íntima podem acarretar em alguns danos para a saúde, segundo pesquisas realizadas pelo o instituto americano Women’s Voice for the Earth.

Geralmente, não existe uma grande atenção voltada para a composição dos produtos por nós utilizados, os quais em contato com a pele podem oferecer certos riscos ao organismo. Não apenas nos produtos de higiene íntima, mas também na maioria dos cosméticos são encontrados alguns desses componentes danosos ao nosso corpo. Além disso, existe uma falta de regulamentação e a ineficácia dos sistemas de vigilância diante da fiscalização referente à segurança do uso desses ingredientes nos produtos que são comercializados.

No caso das maquiagens, estas, em contato com a pele podem acabar resultando irritações e alergias. Mas a dissemelhança entre esses exemplos, é o fato da área vaginal ser mais sensível que a pele. Em relação ao processo de absorção que ocorre nessa região, estudos comprovaram que a absorção dessa região tende a ser de dez a oitenta vezes mais rápida quando comparada a outras partes do corpo feminino. Isso ocorre, pois no interior da vagina, existem diversos vasos sanguíneos e linfáticos alojados em suas paredes, os quais juntos encaminham todos os produtos químicos sem metabolizá-los, propriamente para a corrente sanguínea.

De maneira resumida, vamos entender o que existe por dentro de cada produto e quais os riscos eles podem nos oferecer. Os absorventes são compostos por furanos e dioxinas, resíduos pesticidas, flagrâncias químicas e metildibromoglutaronitrilos. Os possíveis riscos são o desenvolvimento de câncer, problemas reprodutivos, erupção na pele e desregulação endócrina.

Os riscos citados podem ainda ser direcionados aos tampões (OB) e aos lencinhos íntimos, compostos por parabenos, quatérnio-15 e DMDM hidantoína, flagrâncias químicas, metilcloroisotiazolinona e metilsotiazolinona. Estes mesmo componentes também são encontrados na fórmula do sabote íntimo, o qual pode oferecer problemas como perturbações endócrinas, erupções e asma.

Formada por fragrâncias e espermicida octoxinol-9, a ducha íntima também pode causar doenças pélvicas, infecções por fungos, câncer do colo do útero, transmissão do vírus HIV e doenças sexualmente transmissíveis. O desodorante íntimo também, constituído por parabenos e cloreto de benzetônio, apresenta como riscos a saúde danos reprodutivos, além de desregulação endócrina e erupções na pele.


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