Brasileira cria sensor capaz de detectar câncer, mesmo antes dos sintomas surgirem Vida Sim

A brasileira Priscila Kosaka, doutora em Química e membro do Instituto de Microeletrônica de Madrid desenvolveu um sensor capaz de detectar o câncer antes mesmo dos sintomas aparecerem e sem a necessidade de biópsia.


Como isso é possível?

Essa nova tecnologia, que promete revolucionar os diagnósticos em câncer, é feita através de um nanosensor 10 milhões de vezes mais sensível do que as dos exames tradicionais em amostras de sangue e com resultados muito mais precisos do que os já disponíveis.

O método usado pelo sensor, como explicado pela cientista, funciona como um “trampolim muito pequenino” com anticorpos que, quando em contato com uma amostra de sangue de uma pessoa com câncer, captura a partícula diferente e o deixa mais pesado, e o resultado é visível pela mudança de cor no sensor.


O método é confiável?

Os resultados dessa técnica são muito positivos e seguros, apresentando uma taxa de erro de 2 a cada 10 mil casos.

A nova tecnologia que ainda está em fase de testes, começou a ser desenvolvida há 4 anos atrás e a previsão é de que esteja no mercado dentro de 10 anos. Além do câncer, essa descoberta deverá ser usada pelo Instituto de Microeletrônica de Barcelona para outras doenças como Alzheimer, AIDS e hepatite.


As estatísticas do câncer no mundo

Segundo dados da OMS, o câncer é uma das primeiras causas de morte em nível mundial. Em 2008 foram atribuídas 7,6 milhões de mortes no mundo e a estimativa é de que em 2030, a mortalidade por câncer atinja 2,1 milhões de pessoas apenas nas Américas.

Os tipos de câncer que mais provocam mortes são os de pulmão, estômago, fígado, cólon e mama.


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