A relação entre luz fluorescente, enxaqueca e estresse Vida Sim

Primeiramente é preciso entender as diferenças existentes entre a lâmpada incandescente e a fluorescente. A primeira foi amplamente utilizada há alguns anos atrás, sendo os modelos mais antigos e comuns, uma vez que apresenta um baixo custo.

Entretanto, além da vida útil ser pequena, o consumo de energia utilizado por elas é bastante elevado, pois boa parte da energia que chega até a lâmpapda é convertida em calor. O seu funcionamento decorre do filamento de tungstênio encontrado no centro, que, ao receber energia elétrica, aquece os átomos que o compõem, gerando assim a luz.

Já a fluorescente, mesmo com um preço mais elevado que a incandescente, tem se tornado o padrão para muitos cidadãos. Além de consumir menos energia, ela ainda apresenta uma maior durabilidade. Nesse caso, o maior desempenho ocorre em virtude da presença de um gás de baixa pressão, o mercúrio presente no interior da lâmpada. Esaa característica permite que a condução de eletricidade ocorra e, posteriormente, a emissão de fótons com a frequência da luz visível. Diferentemente da incandescente que emite muito calor, as fluorescentes transformam quase toda a energia em luz, havendo dessa maneira, pouca perda de energia.

Atualmente, alguns efeitos da utilização desse tipo de lâmpada em relação à saúde já são apresentados, como por exemplo, a enxaqueca e o estresse. Um estudo realizado por Jennifer A. Veitch, do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá, constatou que as lâmpadas fluorescentes liberam uma luz branca, a qual se acredita aumentar os níveis de cortisol (hormônio do estresse), além do hormônio adrenocorticotrófico. O resultado mostrou que os níveis de ambos os hormônios aumentaram em um prazo de 14 dias consecutivos de exposição à luz fluorescente.

Diferentemente da luz incandescente – que brilha continuamente, as fluorescentes pulsam (piscam) dezenas de vezes por segundo. Tal comportamento pode causar cansaço visual e dores de cabeça leves e moderadas podendo se tornar mais graves em virtude do tempo de exposição a essa luz, desencadeando enxaqueca e incômodos mais fortes em pessoas que já possuem algum tipo de propensão ou maiores níveis de sensibilidade.


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